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Actualmente, com o ímpeto que se tem verificado à volta de Linux, tem surgido uma série de distribuições que se destinam a utilizadores sem conhecimentos de informática tentando mudá-los de Windows para a sua respectiva distribuição. Para tal, tentam produzir uma distribuição de simples instalação e utilização, mantendo um aspecto gráfico próximo de Windows.
Uns exemplos de empresas que produziram o seu negócio à volta dessas ideias (e como tal produzem versões pagas de Linux) são a Linspire, Lycoris e Xandros.
Neste caso, o artigo destina-se a uma análise da versão Xandros 2ocm (open-circulation edition), uma versão grátis do Xandros 2 que não possui os softwares comerciais e que possui umas funcionalidades reduziadas para compensar o facto de ser grátis.
Como em tudo na vida, esta análise começará pelo princípio: a instalação.
Tendo em conta o público ao qual se destina, estava curioso de ver até que ponto a instalação era fácil e intuitiva para um utilizador inexperiente, tudo isso sei limitar muito as opções de instalação para utilizadores de linux mais experientes.
Depois de ter feito o download, de ter gravado num cd virgem e de ter posto na bios a sequência de arranque a começar pelo leitor de cd's, inseri o cd no leitor e esperei cerca de um minuto, o tempo de carregar os dados e de ter tudo pronto para começar a instalação.
Iniciada a instalação, fui saudado com um ecrã inicial, indicando-me o que iria instalar. De seguida foi-me apresentado uma licença para ler e aceitar as condições se delas concordasse e prosseguir à fase seguinte.
Nessa 3ª fase, já nos são apresentadas escolhas. Se pretendemos uma instalação rápida (a qual suspeito instalará Xandros 2 no disco rígido todo) ou fazer um instalação especializada. Ai, foi-me apresentado o particionamento actual do disco, parições de windows inclusivé. Caso tivesse partições de windows em FAT, seria possível redimensionar o espaço livre destas e usá-lo para instalar Xandros, no entanto, como já tinha uma distribuição de linux instaçada decidi instalar por cima. Ponto interessante foi a possibilidade de fazer um back-up das configurações do linux que já estava instalado antes de instalar por cima Xandros.
Depois, foi-me pedido se queria fazer uma instalação padrão ou se queria especificar o que queria instalar (o que fiz já que precisava do compilador gcc que não vem instalado por defeito).
De seguida, tive que escolher uma palavra-passe para o administrador do sistema (mais vulgarmente chamado de "root"no mundo de UNIX). Esta palavra-passe é muito importante pois a segurança do seu sistema depende dela já que muitas vezes só poderá instalar/remover software, mudar de configurações, etc, depois de apresentar essa palavra-passe. Como tal, não a divulgue a ninguém. Outras opções que são ai apresentadas referem-se à segurança, se pretendemos só permitir a escolha de palavras-passe teoricamente seguras, entre outras coisas.
De seguida, somos levados para um menu de criação de contas de utilizadores. Para permitir aos utilizadores terem uma conta personalizada, cada qual com a sua palavra-passe. Mesmo que se seja um único utilizador, a Xandros recomenda que se crie uma conta pois estar, por exemplo, a navegar na internet como administrador não é uma medida segura pois assim qualquer hacker que consiga entrar no sistem consegue fazer o que quiser sem restrição.
Posteriormente é nos paresentado um sumário de todas as selecções que se fizeram para que se possa verificar que tudo foi escolhido como se pretendia.
Por fim, a ultima fase consiste na instalação propriamente dita. Apesar de não ter cronometrado o tempo que essa demorou, arriscava-me a dizer que o tempo foi inferior a 30 minutos, o que é um tempo aceitável. Concluida a instalação, foi-me feito um aviso no sentido de remover o cd do leitor e de carregar numa tecla para reiniciar.
Reiniciado o computador, fui saudado com o boot-loader (programa que permite fazer a selecção do sistema operativo a carregar, no meu caso: Xandros ou Windows) e proseguindo para Xandros eis que vi aparecer o logotipo da nVidia, sinal de que a placa gráfica tinha sido encontrada e possivelmente configurada como deve de ser. Após o logotipo, o ecrã inicial. Ai podia fazer a selecção entre as contas de utilizador que quereria iniciar, intruduzir a respectiva palavra-passe, e entrar no ambiente de trabalho do Xandros.
Já no ambiente de trabalho, foi possível reparar no objectivo dos criadores do Xandros, o de tentar ter um aspecto mais possível parecido com um ambiente Windows. O ambiente de trabalho está simples e pouco preenchido, para além de ter um toque característico do KDE.
É nessa altura que aparece um wizard (um programa de configuração muito fácil) para configurar o rato, configurar a ligação à internet, configurar a impressora, o calendário e a hora, e o aspecto dos menus. Após isso, é nos perguntado se queremos reiniciar a sessão, que essas configurações só se efectuarão depois do reinício da sessão. Após isso, temos um ambiente de trabalho pronto e muito funcional.
No meu caso, só 2 problemas é que foram verificados, a incapacidade de reonhecer e configurar automáticamente o meu modem (o modem Speedtouch usb bastante dificuldades em ser reconhecido pelas distribuições de linux) e , apesar de ter corrigido a hora, essa aparecia totalmente desregulada, mas isso não constituiu um grande problema. Até as partições de Windows foram configuradas e estão acessíveis de uma forma fácil no sistem de ficheiros. Um ponto positivo a favor de Xandros.
Apesar da incapacidade de configurar o modem e de um outro pequeno erro, a instalação correu sem sobresaltos, de uma forma fácil, intuitiva e rápida. Quanto ao ambiente de trabalho, não apresenta de revolucionarmente diferente, mas facilita a transição por parte de pessoas habituadas ao Windows. Porém, sou da opinião que os criadores da Xandros tentem criar um ambiente gráfico que os diferencie do Windows e dos outros concorrente, tudo isso mantendo sem criar dificuldades para utilizares de Windows.
Numa próxima edição, falarei dos programas incluidos e da forma como eles trabalam. Se é possível ver-se um filme, ou ouvir uma música em mp3 por exemplo, e experimentar o tão falado gravador de cd's que está incluido.
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A Distrowatch lançou à dias um artigo sobre OpenBSD, falando sobre as suas origens, os seus objectivos e apresentando um guia de instalação e umas dicas para a configuração de alguns serviços/funcionalidades.
Os criados do OpenBSD intitulam-no como o "sistema operativo mais seguro do mundo". Se bem que possa existir cépticos quanto ao facto de se auto-proclamar como o sistema opertivo mais seguro do mundo, afirmando que existe sempre alguma maneira de encontrar uma falhar e de essa ser explorada, o facto é que os criadores do OpenBSD podem afirmar sem grande problemas que, trabalharam mais e durante mais tempo para tornar o seu sistema operativo seguro.
Para ter uma ideia, a média de falhas encontradas no OpenBSD anda por volta de uma falha por mês, a ultima datada no dia 10 de Junho. Acho que ningúem terá a coragem de comparar com o número de falhas encontradas em Windows (que deve andar numa média de uma por dia).
Dito tudo isso, já deve ser mais do que evidente do que OpenBSD consiste num sistema operativo desenhado para ser altamente seguro óptimo para todos os fanáticos de segurança ou para quem quiser um servidor bastante seguro. Fica então o link para o artigo da Distrowatch.
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Foi lançado o Conectiva Linux 10.0 após bastante testes efectuados, aumentando a quantidade de componentes de hardware suportados, nomeadamente o suporte para os processadores com HyperThreading. E claro a actualização dos softwares antigamente fornecidos para versões mais recentes e completas e a adição de novos softwares.
Mas o que é que Conectiva Linux tem de especial? Bem, é actualmente a distribuição de linux da América do Sul com mais força e é criado no Brasil. Assim, é de esperar que todo ele esteja adaptado aos utilizadores de língua portuguesa, inclusivé o OpenOffice que se apresenta com interface e ferramenta de correcção em português.
Essa distribuição têm ainda a vantagem de ser fácil de instalar e utilizar, ao bom género de Fedora, Mandrake ou Suse o que o torna numa boa aposta para quem quiser iniciar-se no mundo de Linux ou para quem não quiser ter dores de cabeças para configurar opções mais "obscuras" como acontece com distibuições de linux mais complexas.
E o facto de ser em português, é mais um argumento para se experimentar!
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Após ter adiado para junho, de seguida para julho e por fim anunciando para "este versão", eis que a Microsoft anuncia o próximo update para o seu sistema operativo Windows XP, o Service Pack 2, para daqui 2 meses.
"Posso garantir-vos que circulará dentro dos próximos 2 meses" afirmou Tony Goodhew, gestor de produtos na Microsoft, na conferência "TeckEd 2004" da empresa esta semana.
Pouco tempo antes do lançamento desse update significativo (significativo tanto em funcionalidades, correcções de bugs e tamanho, já que terá cerca de 80mb), o programa responsável pelos updates do Windows será actualizado permitindo que o download dos patch's seja interrompido a meio, que ele retomá-los-a no ponto onde os deixou. É óbvio que é uma funcionalidade mais do que necessária para quem quiser fazer o download dos 80mb de SP2 (Service Pack 2).
Esse melhoramento no serviço de update do Windows permititirá facilitar um pouco a vida dos utilizadores de Windows com ligações do tipo dial-up, já que são amplamente prejudicados por essa política de patch's praticada pela Microsoft. Com essa actualização do mecanismo de updates, a Microsoft pretende insentivar os utilizadores com esse tipo de ligação a fazerem as devidas actualizações do seu sistema operativo.
Porém, nem tudo são rosas. Se por um lado uns congratulalam a Microsoft pelas profundas mudanças viradas para segurança que efectuou (tais como um novo Internet Explorer que bloqueia pop-ups, uma firewall mais eficiente, ...), o facto é que as mudanças foram tão radicais e tão contra a natureza do sistema operativo existente que está anunciado que será muito provável que bastantes programas deixem de funcionar e/ou causem conflitos.
Muito possivelemente esse será o calcanhar de Aquiles desse upgrade, já que as empresas terão de o testar de modo a certificar-se que não causará mais dores de cabeça do que virá resolver.
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Uma distribuições de linux mais existentes (quase a fazer 11 anos), a Slackware lançou a nova versão do seu produtos, demonstrando que quer continuar a ser um dos maiores jogadores à volta da crescente sinergia à volta do linux, tal como o fez no passado! Essa versão é o Slackware 10.
De entre as ínumeras alterações efectuadas, pode-se destacar a inclusão do kernel 2.4.26 (com a versão 2.6.7 apresentada como opção), o compilador GCC 3.3.4 (com a versão 3.4 apresentada como opção), X11R6.7.0 de X.Org (em detrimento do tradicional XFree86), Mozilla 1.7, Gnome 2.6.1 e KDE 3.2.3.
Para ver as restantes alterações clique aqui.
Para efectuar o download das imagens em ISO desta versão, tanto pode ser através de BitTorrent, ou escolhendo um dos seguintes servidores para efectuar o download.
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Foi lançado uma actualização de uma distribuição de linux de nome Ark Linux. A nova versão é a Alpha 11.
Em traços gerais, o que é que terá essa distribuição a mais do que as muitas outras que por ai andam? Segundo uns muita coisa, segundo outros, esta (distribuição de linux) não trás nada de novo.
Ark Linux foi criadas por indivíduos que anteriormente pertenciam ao mastodonte do mundo linux que é a Red Hat. Não concordando com algum rumo que estaria a ser dado, ou pensando que seriam capaz de fazer algo melhor, decidiram criar uma distribuição de linux grátis que privilegiaria a facilidade de uso para os novos utilizadores que chegariam ao mundo do Linux. Esta distribuição é extremamente fácil de usar para pessoas pouco experientes, sendo necessário apenas cerca de 4 passos para que essa se realise. Um aspecto engraçado é a possibilidade de se jogar Tetrix (uma versão ligeiramente diferente do mítico Tetris) enquanto se procede à instalação.
O ambiente gráfico consiste no KDE, o que facilita a transição dos utilizadores que vêm do mundo Windows, sendo visualmente apelativo (ver screenshots) e relativamente fácil de usar. Essa distribuição contém a maioria das aplicações que a generalidade dos utilizadores pode vir a precisar. É importante mencionar o Centro de Controlo deste sistema opetativo, já que centraliza todas as opções e configurações num só lugar e fazendo isso de uma forma muito fácil e cómoda.
Apesar de ainda estar activamente em desenvolvimento, esta é uma distribuição a ter em conta por quem se quiser dedicar mais ao mundo linux independentemente do pouco conhecimento que possa ter, já que, a palavra de ordem de esta distribuição é a facilidade.
Alterações nesse versão:
- Foi introduzido o KDE 3.2.1 que trás bastantes melhorias relativamente à interacção com o utilizador, e grandes melhorias aos programas de mail
- Aceleracção 3d para o chipset VIA CLE266
- Melhoramento do Init script para o uso com o kernel 2.6.x
- Actualização do interpretador de Perl e adicção de Python
- O instalador já não permite usar a opção "Expresse install" se não existir espaço não particionado e nãp permite usar a opção "Parallel Install" se não exisir nenhum partição em FAT para ser redimensionada.
- Suporte para chips de som onboard para nForce2 / nForce3
- Subsituido o gerenciador de pacotes de synaptic para kynaptic já que é mais leve, mais fácil de usar e é visualmente consistente com o sistema.
- Melhoramentos relativos ao OpenOffice e correcção de problemas de segurança e outros erros
Na primeira edição do truques&dicas, falou-se do comando ls que serve para listar no ecrã as directorias e ficheiros (o equivalente em DOS seria o comando dir).
Desta vez, vamos explicar como agira de modo a que o coando ls apresente as directorias e os diferentes ficheiros com cores diferentes dependente do seu tipo.
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| truques&dicas 5.1 -- listar a directoria usando cores
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|
|% ls --color
|
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Caso prentenda que a listagem seja feita usando cores cada vez que usar o comando ls, edite o ficheiro ~/.bash_profile com um editor de texto (VI, pico, nano, e muitos outros servem) e acrescente a seguinte linha:
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| truques&dicas 5.2 -- alias para o comando ls apresntar cores
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|alias ls=ls --color
|
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É sabido que no mundo UNIX, tudo pode ser feito pela linha de comandos.
Desta vez ir-se-á falar de como se descompacta ficheiros comprimidos segundo o formato ".gz" ou ".bz2". "tar" corresponde a "tarball" e as extensões ".gz" e ".bz2" correspondem a "gzip" e a "bzip2" respectivamente.
O comando básico para descompactar é tar, ao qual se adicionam opções (ou parâmetros) que indiquem o que se pretende fazer. Os comandos gunzip e bunzip são específicos para os ficheiros compactados em gzip e bzip2 respectivamente.
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| truques&dicas 4.1 -- descompactar ficheiros acabados em .tar
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|% tar xfv ficheiro.tar
|
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Onde ficheiro.tar consiste no ficheiro em .tar (mais precisamente, no tarball) que se pretende descompactarr.
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| truques&dicas 4.2 -- descompactar ficheiros acabados em .gz
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|
|% gunzip ficheiro.gz
|
----------------------------------------------------------------------------
Onde ficheiro.gz consiste no ficheiro em .gz que se pretende descompactar.
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| truques&dicas 4.3 -- descompactar ficheiros acabados em .bz2
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|
|% bunzip2 ficheiro.bz2
|
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Onde ficheiro.bz2 consiste no ficheiro em .bz2 que se pretende descompactar.
No caso de ser encontar ficheiros acabados tanto em .tar.gz e .tar.bz2 (que são muito frequentes em linux), existe 2 soluções. Ou usar primeiro o comando para descompactar o .gz ou o .bz2, o que irá gerar um ficheiro acabado em .tar, e a seguir utilizar-se-ia o comando acima descrito para .tar.
Outra solução seria proceder da forma como vamos demostrar de seguida, em que é tudo realizado com um só comando.
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| truques&dicas 4.4 -- descompactar ficheiros acabados em
| .tar.gz e .tar.bz2
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|
| //descompacta ficheiros acabados em .tar.gz
|% tar zxfv ficheiro.tar.gz
|
| //descompacta ficheiros acabados em .tar.bz2
|% tar jxfv ficheiro.tar.bz2
|
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Onde ficheiro.tar.gz e ficheiro.tar.bz2 consistem nos ficheiros que se pretendem descompactar.
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Foi lançado hoje mais uma actualização do Kernel de linux, a versão 2.6.5.
Essa nova versão consiste principalmente num upgrade do ALSA, melhoramentos de promenores especiíficos a determinadas plataformas (tal como é o caso de SPARC, alpha, ppc) e correcção de outros bugs (clique aqui para ver uma descrição do que foi alterado desde a versão 2.6.5-r3).
Para efectuar o dowload, clique aqui para aceder à lista de servidores para cada pais.

Numa notícia anterior, foi falado sobre o esforço de espansão da distribuição de linux lusitana.
Desta vez, o Caixa Mágica é novamente referenciado já que disponibilizou o download da sua ultima versão para desktop (ou seja para os computadores pessoais).
É de esperar novas funcionalidades, novos programas incluidos, programas actualizadoes. Porém, ao contrário da versão Pro (que é paga, de modo a permitir sustentar os custos de produção e desenvolvimento deste "sabor" de linux), não existe manual (visto ser a versão para download) e nem suporte por telefone ou mail. Afinal de contas, tem que existir algo que justifique a compra da versão Pro.
Para fazer o download clique aqui (se existir dificuldades com o servidor a fazer download, será motivado pela procura que esta nova versão suscitou, levando a problemas de sincronização do servidor).
ou clique aqui para fazer download do servidor da Telepac.
Para ver filmes acerca de Caixa Mágica, clique aqui.
De qualquer forma é sempre bom ter uma distribuição feita por portugueses e para portugueses! E se esta se basear em Suse, tanto melhor !!!
Como já tem vindo a ser tradição, aqui no overflow, tendemos a referir preferêncialmente o lançamente de LiveCD's de linux já que esses permitem ao utilizador ter uma experiência com linux, sem se comprometer a instalar e podendo igualmente facilitar a transição por parte de certos utilizadores para linux.
Desta vez, o escolhido foi o OneBaseGo (http://www.ibiblio.org/onebase/)que, como já foi referido, consiste num LiveCd. Para além das funcionalidades clássicas presentes nesse tipo de sistema operativo, tal como é o caso de editores de texto, como programas para visualizar vídeos (como é o caso do Xine), para ouvir músicas em mp3, gravar cd's com o K3b, etc... (ver screenshot)
Mas o que realmente é interessante nessa distribuição de linux é um sistema denominado click'n'pick. Este sistema consiste na capacidade de actualizar/instalar/remorver aplicações dessa distribuição de linux e/ou de ter configurações ao seu gosto no seu LiveCd.
Basicamente, essa funcionalidade consiste numa opção de utilizar uma partição em linux (com cerca de 2gb) para, provisóriamente, aproveitar esse espaço livre para actualizar e configurar o OneBaseGo, através de um sistema facil de 3 cliques, e posteriormente é produzida uma nova imagem de cd (.iso) para gravar, com o OneBaseGo actualizado e configurado ao seu gosto.
Existe igualmente uma opção que permite instalar no disco essa distribuição em cerca de 10 minutos.
Para fazer o download desse LiveCd, clique aqui.
Para saber mais acerca de outro produto dessa distribuição, o OneBase 2004, que consiste numa versão de linux para ser instalado no disco, que se destaca por ter um gestor de pacotes que tanto aceita ficheiros binários e ficheiros em código fontes, clique aqui.
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Foi lançada mais uma actualização do kernel, a versão 2.6.4, do sistema operativo Linux.
As alterações consistem principalmente em correcções de erros e falhas encontradas, em actualizações de ARM, XFS, dispositivos de PCI e de dispositivos de firewire (kernel 2.6.4-r2) e de actualizações para o sistema de ficheiros HFS/HFS+, para ISDN e drivers de s390.
Para ver a lista de alterações click aqui.
Para fazer download de algum dos servidores disponíveis click aqui.
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Tal como tinha sido prometido anteriormente, venho aqui informar de que o Mandrake 10 já está disponível para download a todos os que pretenderem.
Poderá fazer o download dos 3 cd's que compõem essa versão, em qualquer um dos servidores presentes nessa lista.
Ou então, se a pressa não for um factor de relevo, fazer o download apartir deste servidor nacional (presentemente ainda não está presente a versão final, só a versão condidata MandrakeLinux-10.0-rc1-*.i586.iso).
Ou então deste servidor (neste caso a versão 10 do Mandrake não está igualmente presente, mas dentro de dias deverá estar. Um inconveniente deste servidor é que geralmente transfere a muito baixa velocidade devido ao intenso tráfego ao qual tem que responder).
Bom download... E seja Bemvindo ao mundo LINUX
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Como já tem vindo a ser tradição, aqui no overflow, tendemos a referir preferêncialmente o lançamente de LiveCD's de linux já que esses permitem ao utilizador ter uma experiência com linux, sem se comprometer a instalar e podendo igualmente facilitar a transição por parte de certos utilizadores para linux.
Desta vez, o escolhido foi o OneBaseGo (http://www.ibiblio.org/onebase/)que, como já foi referido, consiste num LiveCd. Para além das funcionalidades clássicas presentes nesse tipo de sistema operativo, tal como é o caso de editores de texto, como programas para visualizar vídeos (como é o caso do Xine), para ouvir músicas em mp3, gravar cd's com o K3b, etc... (ver screenshot)
Mas o que realmente é interessante nessa distribuição de linux é um sistema denominado click'n'pick. Este sistema consiste na capacidade de actualizar/instalar/remorver aplicações dessa distribuição de linux e/ou de ter configurações ao seu gosto no seu LiveCd.
Basicamente, essa funcionalidade consiste numa opção de utilizar uma partição em linux (com cerca de 2gb) para, provisóriamente, aproveitar esse espaço livre para actualizar e configurar o OneBaseGo, através de um sistema facil de 3 cliques, e posteriormente é produzida uma nova imagem de cd (.iso) para gravar, com o OneBaseGo actualizado e configurado ao seu gosto.
Existe igualmente uma opção que permite instalar no disco essa distribuição em cerca de 10 minutos.
Para fazer o download desse LiveCd, clique aqui.
Para saber mais acerca de outro produto dessa distribuição, o OneBase 2004, que consiste numa versão de linux para ser instalado no disco, que se destaca por ter um gestor de pacotes que tanto aceita ficheiros binários e ficheiros em código fontes, clique aqui.
Já com a saida do Windows XP, a Microsoft presenteou os utilizadores do sistema operativo com um novo interface (com o nome de código 'Luna'), mais refinado e mais apelativo à vista (mais "eye-candy"), apesar de em muitas situações se notar algumas inconsistências e imperfeições.
Agora com o novo Windows, o Windows Longhorn (que só está planeado para 2006), a Microsoft trará um outro interface ( denominado 'Aero') nos quais predominam (exageradamente) os tons de azul, apresentando um aspecto bastante diverente ao qual nos acostumamos a ver com o interface 'Luna', do Windows XP (caso pretenda ver o aspecto do novo Windows Longhorn pode clicar aqui, podendo assim ver o aspecto da versão alfa, ou seja que ainda está em desenvolvimento, do Longhorn).
Quanto ao futuro lançamento do Longhorn (ainda bastante longíncuo), este para além de possuir o novo interface que lhe será característico, terá igualmente o interface actualmente presente no Windows XP. Porem os utilizadores do Windows 2000 e Me deixaram de encontrar esse tipo de interface nos futuros lançamentos da Microsoft.
Tendo em conta que para muitos utilizadores de Windows 2000, Me e 98 o actual interface do Windows XP é demasiado "giro", demasiado exuberante, estes são capazes de ficarem insatisfeitos pelo interface mais antigo e clássico do Windows não ser incluido nas próximas versões do sistema operativo.
Já se falou aqui no Overflow em numerosos LiveCd's baseados em linux ( para quem não se lembra do que é um LiveCd, um LiveCd consiste num sistema operativo que trabalha sem ser necessário instalar, trabalhando unicamente a partir de um cd-rom) como foi o caso do Slax( notícias anteriores aqui e aqui), do MandrakeMove( aqui e aqui ) e do Knoppix ( aqui).
Porém, é a primeira vez que apresentamos um LiveCd baseado em BSD.
Nesse caso, estamos a apresentar o FreeSBIE 1.0, um LiveCd baseado em FreeBSD. Para quem não souber, o FreeBSD é o sistema operativo bastante usado para fazer de servidor, sendo usado nos servidores da Hotmail (não, a Hotmail não tem servidores com Windows, pergunto-me porquê?=) e que (simplificando as coisas) a Apple se baseou para fazer o seu excelente sistema operativo MacOS X.
Como já foi referido noutros artigos, os sistemas operativos do tipo LiveCd são óptimos para quem viaja muito, precisarar de recuperar um sistema ou que queira simplesmente experimentar uma alternativa de sistema operativo.
Para quem quiser conhecer mais alguma coisa acerca de BSD sem ter que se dar ao trabalho para instalar, eis a oportunidade. É só carregar aqui e descarregar =)
Arch 0.6 foi lançado.
Esta é mais uma das muitas distribuições de linux que por ai andam, porém é reconhecida por ser um distribuição de boa qualidade geral, por tentar manter-se o mais simples possível e pelo sistema de gestão de software, denominado pacman, que trata automaticamente das dependências dos pacote de programas (de forma semelhante ao apt-get do debian e ao emerge do gentoo), pacotes esses que são distribuidos segundo o formato tar.gz. O seu lema é simples: "Tudo o que não for relevante nem utilizado não é contido", porém os softwares contidos são as últimas versões estáveis que existem.
Essa última versão reflecte a sinergia que se tem sentido nessa dstribuição, apresentando tendo substancialmente mais documentação disponível, mais programas disponíveis e tornando-se numa distribuição ainda mais madura.
Este sistema é aconselhado a quem tenha alguma comptência com linux e a quem queira ou tenha que ter o seu sistema configurado segundo as suas necessidades.
Para fazer o download clique aqui (lista de servidores).
Para ver as alterações dessa nova versão clique aqui.
Já está disponível a nova versão de Gentoo linux, o Gentoo 2004.0.
Esta distribuição de linux, que é uma das mais emergente influentes e peculiares, é conhecida por usar um sistema para instalar, programas e ferramentas de sistema, denominado por "portage" e que é muito semelhante aos sistemas usado em BSD's. O portage faz o download do código-fonte do programa e compila-o, verficando também as dependências que esse possa ter e resolvendo-as da mesma forma (as dependências consistem em pré-requesitos a nível de software que certos programas possam ter).
Gentoo é aconselhado aos utilizadores de linux mais experientes e que não temam usar a consola para trabalhar em linhas de comandos, às pessoas que queiram ter o seu sistema altamente configurado para o seu computador e/ou para obter boas performances com o seu sistema operativo, ou para os utilizadores que queiram saber mais acerca do funcionamento de sistemas operativos.
O gentoo 2004.0 trás entre muitas outras coisas, o Linux Kernel 2.6.3, o gcc 3.3.2, glibc 2.3.2, gnome 2.4.2, kde 3.2 e xfce4. Para mais informações consulte o site (que convem mencionar, está visualmente apelativo e recheado de informações e dados interessantes).
Para fazer o download clique aqui (lista de servidores).
Para saber mais acerca da filosofia de gentoo clique aqui (em inglês).
Rumores indicam que a Microsoft esterá a preparar uma nova versão do Windows XP que será denominada por "Windows XP reloaded".
O principal motivo para esse lançamento será devido ao exagerado tempo que poderá vir a existir entre a ultima versão do sistema operativo Windows lançado em 2001 (denominada por XP) e da versão que está para vir (denominada por Longhorn) e que está planeada para princípios de 2006, devido aos sucessivos adiamentos.
Esta versão actualizada do Windows XP deverá incluir o "service pack 2", que consiste num conjunto de resoluções para falhas de segurança encontradas durante o periodo de vida do Window XP, incluindo também melhorias na firewall que vêm por defeito com o windows. Também deverá ser incluido o novo Windows Media Player 10, o internet Explorer melhorado, entre outros acrescentos.
A saida de essa actualização do Windows pode ser importante já que o intervalo de tempo entre o Windows XP e o Longhorn é significativo, e que através de esse lançamento poderá permitir reavivar o interesse pelo Windows XP e preparar os consumidores para o seu próximo e tão falado lançamento. Outro aspecto é o facto de essa demora favorecer a crescente concorrência que têm vindo a emergir e que dá pelo nome de Linux. Apesar de ainda deter cerca de 90% do mercado dos sistemas operativos pessoais, o crescimento que o Linux tem vindo a ter começa a ameaçar o império da Microsoft.
Com esse novo tipo de notícias (truques&dicas), pretende-se nesse blog, dar aos leitores alguns conhecimentos acerca de factos escondidos que possam existir nos sistemas operativos, iluminar o conhecimento acerca certos comandos e tentar prevenir (e se for caso disso, remediar) algumas dificuldades e erros triviais que se verificam no dia à dia.
Para se começar esta série informativa, irá falar-se acerca de um dos comandos mais conhecido em Unix's e Linux: o comando 'ls'. Esse comando serve para listar no monitor o conteudo da directoria actual (semelhante com o comando 'dir' em Dos, que não é nada menos do que o comando 'ls' simplificado).
Atenção: todo o texto que aparecer na caixa a seguir ao '#' consiste ao comando que terá que ser escrito na linha de comandos, todo o resto é simplesmente comentários.
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| truques&dicas 1.1 -- listar por tamanho
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|usar a opção '-s' para imprimir o tamanho do ficheiro e '-S'
|para ordenar por tamanho dos ficheiros
|# ls -sSh
|
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| truques&dicas 1.2 -- listar por data
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|
|usar a opção '-t' e '--time-style=long-iso' para apresentar
|ficheiros ordenados pela data de modificação
|# ls -lgot --time-style=long-iso
|
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| truques&dicas 1.3 -- listar por extensão/versão
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|
|usar '--sort=extension' para listar pelas extensões(.txt, .c, .java, etc)
|# ls -lgo --sort=extension
|
|ou por versão
|# ls -lgo --sort=version
|
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nota: em qualquer destes comandos é possível usar a opção '-r' que inverta a forma como a listagem é apresentada.
Existem muitas mais opções que podem ser utilizadas, mas essas representam algumas das mais importantes.
Foi hoje lançado o novo Slax, na versão 4.0.1, uma distribuição de Linux do tipo LiveCD (que pode funcionar a partir de um mini CD), ou seja que funciona totalemente a partir do CD sem ser necessário instalar no disco. Ver notícias anteriores.
As novidades incluidas nessa nova versão e que são mais relevantes, consistem no Kernel 2.4.25, no novo KDE 3.2 (versão final e com o tema gráfico "plastik") , KOffice 1.3 (versão final) e a possibilidade de arrancar o Slax a partir de uma USBstick.
Para ver as alterações em maior detalhe clique aqui.
Para fazer o download de Slax clique aqui.
Análise do Slax 3.0. Para mais informações ver o site em http://slax.linux-live.org/
"1º CD bootable que experimentei, Slax 3.0
Devo confessar que fiquei bastante surpreendido, pela positiva, que num mini CD de 128 Mb possa caber tanto material made in Linux! Uma satisfação sem dúvida para quem vive este SO (sistema opertativo) e deseja estar em constante contacto com ele, em qualquer altura, em qualquer lado!
Num arranque razoavelmente rápido, tendo em consideração que o hardware influência directamente a sua velocidade, e de que o sistema operativo tem de ser carregado no instante do boot para a memória(já que trabalha exclusicamente a partir do cd), pude constatar que todo o hardware (pelo menos no meu PC) ficou bem configurado, sem qualquer conflito, impressora, netcabo, scanner, monitor, rato, etc., tudo funcionou.
Depois de arrancar em modo Root, surge um ambiente grafico (KDE) bastante atractivo aos utilizadores que gostam de ter um Desktop com tudo a mao, icones, menus, barras, etc.
Em relaçao ao conteudo do Cd propriamente dito, em geral penso que foi conseguido um pacote com as ferramentas mais gerais e mais "conhecidas" e divulgadas do sistema operativo Linux.
Ferramentas de Gerenciamento, Multimedia e de Configuração não foram esquecidas, a Internet esta sempre presente com Kopete (o programa de mensagens compatível com ICQ, AIM, Yahoo, MSN, etc) e com o Konqueror (úncio brower presente, muito ao género do internet Explorer) e afins; ferramentas gráficas e editores de texto também marcam presença forte nesta distribuiçao Linux CD "bootabl". Outro ponto positivo é também sem dúvida as ferramentas de escitório que nos são disponibilizadas, claro que sem o famoso OpenOffice, mas tambem, em 128mb não podiamos pedir o mundo...!! ;)
Numa exploraçao inicial, reparei que falta um bem essential numa distribuição Linux que tem por base objectivo, o seu uso em qualquer lado: o compilador GCC. Torna-se assim quase impossível trabalhar em programação, é aqui que esta distribuição de Linux perde muitos pontos, já que no meu ver são dos pontos mais importantes.É claro que para quem não necessita dessas funções nã o é afectado por essa ausência.
Ao prosseguir com a exploração, qual não é o meu espanto quando me deparo com todos ou quase todos os jogos existentes nas "full" distros de Linux!! Então, o que me veio à mente foi : 'este Slax 3.0 só pode ser destinado a quem não necessita de ter Linux para programar. Para esses, seria absolutamente dispensável ter tantos jogos disponíveis e se calhar mais documentação e ferramentas úteis ao trabalho, nomeadamente... gcc!! Talvez esta seja uma distribuição de introdução aos SO's. Quem sabe, pode vir a ser lançado um novo Slax CD-Bootable mais completo a nível de ferramentas programação!!
Para finalizar, e em geito de balanço, fiquei bastante satisfeito ao experimentar e confesso que para passar uns bons momentos em Linux é perfeito! Navegar um pouco pela net, aceder aos chats, explorar e brincar com a consola (a consola é a janela com o qual se usam linhas de comando). Já dá para umas horas em frente ao pc!! Sem duvida algo positivo! ;)"
Este artigo foi fornecido por Dawn. Desde já agradecemos o seu contributo.
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Com o Windows XP, os utilizadores de windows foram brindados com um ambiente gráfico muito apelativo, repleto de cores vivas e fortes, e com formatos pouco angulares. Mas não é preciso utilizar durante muito tempo esse ambiente gráfico para se notar que tem falhas, que está inconsistente. Por vezes podemos mesmo considerar pouco cómodo.
No caso de Linux, existe um certo estigma. A maioria das pessoas imaginam linux como algo com ambiente gráfico horrível, em que as linhas de comandos são essenciais para se trabalhar em linux. Esse preconceito é cada vez mais absurdo, apesar de haver áreas onde o atraso é notório. Como é o caso do copy/past entre aplicações diferentes que, não age de uma forma uniforme em todos os casos(esse aspecto está a ser activamente trabalhado).
Cada vez mais os ambientes gráficos em linux se encontram mais refinados tanto em funcionalidade como em usabilidade. E o facto de existirem vários ambientes graficos diferentes contribuem para um desenvolvimento mais rápido e mais virado para o utilizador. Uns exemplos desses ambientes gráficos são o Gnome, o KDE, o enlightment, o fluxbox, entre outros...
Nesse artigo serão abordadas algumas particularidades do Gnome relativamente ao Windows e ao MacOS X...

desktop Gnome com font's e ícons alterados
Renomear ficheiros:
Em Windows, quantas vezes lhe terá acontecido, quando navega pelos seus ficheiros fazer um duplo click num ficheiro de forma mais lenta e o nome desse ficheiro ficar seleccionado para ser alterado, quando na realidade queria era abir o ficheiro? Se for como no meu caso, demasiadas vezes!
Em gnome, o Nautilus File Manager (o equivalente ao Windows Explorer em Windows ou ao Finder no MacOS X) não tem outra forma de alterar o nome do ficheiro a não ser clicar com o botão direito do rato e seleccionar a opção para alerar o nome. O facto de só se poder mudar dessa forma poderá irritar alguns utilizadores, só que a frequência do engano é maior do que a necessiade que geralmente se tem para alterar os nomes dos ficheiros.
Para além disso, quando se muda o nome ao ficheiro, por defeito, o Nautilus só selecciona o nome propriamente dito, deixa de fora a extensão do ficheiro (.jpg, .avi, .java, etc). Em comparação, no Windows, quando se prentende mudar somente o nome, todo o nome é seleccionado, extensão inclusivé. Se se pretender mudar o nome somente, temos que seleccionar o nome e deixar de fora a extensão de forma manual. Como a quase totalidade das vezes que se pretende mudar o nome, não pretendemos mudar a extensão, esse é um factor que demostra uma maior usabilidade e comodidade do Gnome (nesse aspecto o MacOS X ainda consegue ser melhor já que evita o uso de extensões onde pode). Se por mero acaso for necessário mudar a extensão do ficheiro então faz-se da forma tradicional, seleccionando o que se pretende e alterando (nada que a raridade de esse tipo de acção possa tornar preocupante).
Screenshot's:
Em Windows, quando se tira um screenshot, não existe nenhum feedback para onde é que esse foi e se esse for realmente tirado. Quando o screenshot foi tirado, esse é guardado no clipboard e tem que ser posteriormente copiado para uma aplicação para ser utilizado. Não existem qualquer dúvidas que tirar screenshot's em Windows é tudo menos prático.
Em MacOs, apesar de não existir qualquer feedback, tal como em Windows, ouvimos um som de uma máquina fotográfica a disparar, o que sempre é melhor. Quanto ao screenshot em si, esse é gravado no ambiente de trabalho em .pdf (um formato um pouco estranho para se guardar um screenshot).
Em Gnome, quando é tirado o screenshot somo presenteados com uma janela com a previsualização do screenshot e a possibilidade de se escolher onde guardar o mesmo. É também possível, ainda em fazes de previsualização arastar a imagem para um editor de imagens ou para anexar num email. É preciso melhor ?

Quanto a screenshot's de filmes, tentar tirar um screenshot enquanto vê uma filme no Windows Média Player, só resulta num quadrado negro. Enquanto que por exemplo o Totem (um programa para linuxde visualização de filmes em dvd, avi, mpeg...) tem uma opção para tirar screenshot's enquanto visualiza o seu filme preferido!
Fazer Zoom:
Quando se navega numa janela com o Nautilus, avançar o zoom nessa janela permite oferecer mais informações acerca dos ficheiros, tal como o seu tamanho. Recuar o zoom faria com que só aparecesse o nome do ficheiro. Um grande poder que o Nautilus tem, é a previsualisação de imagens. Usar o zoom numa pasta cheia de fotografias tem enormes vantagens.
Estado actual:
Apesar de essas vantagens, o Gnome ainda não está perfeito, a sua articulação ainda necessita de melhoramentos, tal como, a sua velocidade a abrir e movimentar janelas deixa um pouco a desejar. Porém, o comportamento entre o ambiente gráfico gnome e o do Windows a nivel de resposta ao utilizador é praticamente semelhante. O que se destaca aqui é o MacOS que na sua ultima versão apresentou um salto considerável na sua velocidade e qualidade.
O novo kernel de linux da série 2.6 já saiu!
O novo kernel, o 2.6.2, detem muitas mudanças, principalmente para os processador da arquitectura PPC64, que entre outros casos, mais vulgarmente vemos à venda com o nome de apple/ibm power pc G5.
Se quisere ver as alterações pode fazê-lo aqui e aqui
Para fazer o download é só escolher o que achar mais conveniente aqui
Desde já boa compilação!!!
Como cada caso é um caso, vim aqui dar seguimento a uma série de notícias sobre o MandrakeMove.
MandrakeMove é um sistema operativo do tipo Live Cd, ou seja, basta inserir o cd que todo o sistema operativo trabalha a partir dai. Outros exemplos desse tipo de Live Cd são por exemplo o Knoppix, o Gnoppix, o Mepis, o Slax, entre muitos outros.
Dependendo do tipo e quantidade de memória disponível e/ou do leitor de cd-rom, estra distribuição de linux poderá demorar cerca de 5 minutos até que esteja pronto a trabalhar, e isso na pior das hipóteses. No meu caso demorou cerca de dois minutos.
Assim, depois de inserir o cd no leitor e reiniciar o computador, aparece um ambiente gráfico que acompanha o utilizador. Escolhida a linguagem o utilisador tem que escolher um nome de usuário e uma password, o que é uma medida importante, já que ao contrário do knoppix que tem uma password por defeito, inalterável, nesse caso, ela está ao critério do utilizador, o que é uma medida mais segura se se pretender usar o MandrakeMove para navegar na internet.
Já dentro do sistema operativo, o utilizador passa a usar KDE, em muitos aspectos semelhante ao windows. Se comparativamente ao knoppix existem muito menos aplicações que podem ser usadas, as que estão presente são suficientes para a maioria dos utilizadores, evitando também a existência de inúmeros programas semelhantes que poderiam confundir um utilizador inexperiente com linux.
Outro aspecto possitivo para as pessoas "estranhas" a linux, é o facto de no menu inicar(bem ao género windows) estar agrupado conforme o tipo de tarefas, e dentro destes, invés de sermos brindados com o nome dos programas que podem não dizer nada a muitos "novatos", é apresentado a função desse programa. Por exemplo, invés de 'The Gimp' aparece 'editor de imagens'.
Um ponto negativo que foi possível reparar foi, apesar de montar automáticamente as partições de windows, estas não apresentavam qualquer atalho no ambiente de trabalho, isso faz com que muita gente nem repar que as suas partições de windows estão acessíveis.
Mas para quem viagem muito e que anda constantemente a "parasitar" computador de outros, está é uma opção muito viável e que vale a pena comprar visto que a versão não grátis permite um inegração do MandrakeMove com uma caneta USB para guardar as definições pessoais e o documentos de que se precisa, para além de vir com uma série de programas adicionais como drivers da nvidia, real player, flash entre outros instalados.
Encontra-se desde dia 9 deste mês disponivel para download o novo Mandrake Move. Todas as ferramentas multimédia, trabalho, etc. estão disponíveis num único CD bootable que pode levar para qualquer lado para qualquer PC mesmo que rode um sistema WINDOWS. ;)
Mandrake Move para download: aqui.
Foi lançado o Windows Server 2003 para arquitecturas de 64-bits.
Este sistema operativo da Microsoft prima por poder ser também rodado em sistemas de 32-bits.
A Microsoft lança assim com algum tempo de atraso o SO para processadores de 64-bits AMD Opteron depois do fiasco que foi a versão do windows 64-Bit Itanium.
MandrakeSoft criou o MandrakeMove - um novo produto baseado em Mandrake Linux 9.2 que fornece um sistema linux operando num desktop pessoal completo em um CD bootable . Os ajustes pessoais dos dados e da configuração podem ser armazenados em um dispositivo do USB e até é possivel tirar o CD e meter outro na drive enquanto rodamos linux.
MandrakeMove deixa-o trazer o seu sistema Linux onde quer que você vá, tudo em um único disco, de modo que você possa conectar à Internet, criar e editar documentos do escritório, escutar música, ver filmes, e todas as funcionalidades que encontra em qualquer sistema Mandrake Linux.
Adicionalmente, MandrakeMove fornece a habilidade de armazenar linhas de configuração e dados pessoais em um dispositivo USB portátil, estes dados devido ao nível de segurança e de privacidade característicos em Linux serão guardados cifrados.
MandrakeMove caracteriza-se por conter uma seleção impressionante de aplicações "first-class". Além do software multimedia e dos gráficos, MandrakeMove inclui também um suite completo do escritório para criar, editar e compartilhar documentos compatíveis do escritório de Microsoft® (xls, doc, ppt). Você apreciará horas de divertimento com jogos (tais como ' a bolha congelada famosa '), programas 3D altamente desenvolvidos, aplicações educacionais para crianças, e muito muito mais.
MandrakeMove suporta atualmente cinco línguas: Inglês, francês, alemão, italiano, e espanhol. Brevemente uma versão portuguesa será editada.
Sem duvida uma mais valia para sistemas LINUX e que deixa a Microsoft agarrada!! Será que o sr. Bill irá também produzir um Windows em CD bootable? I don't think so! ];)
A Microsoft está a preparar o SP2 para Windows XP que será colocado online para download em versão beta dentro de poucos dias.
À espera de ser terminado durante a primeira metade de 2004, é considerado um update significativo para Windows porque oferece características realçadas de segurança e corre acima de todos os remendos e updates de segurança que foram descobertos desde que o último Service Pack foi liberado em Setembro 2002.
Este Service Pack irá trazer acima de tudo melhoramentos em 4 níveis: irá remendar os conhecidos problemas de portas abertas com melhoramentos a nível de firewall, e-mails maliciosos, paginas com conteúdos potencialmente perigosos e ataques hackers em massa.
A Microsoft será forçada a oferecer aos clientes europeus uma versão mais simples do Windows, caso a União Européia a obrigue a reescrever o sistema operacional.
Isto porque, durante uma audiência de três dias com a Comissão Europeia, reguladores propuseram que a Microsoft remova o Windows Media Player - aplicativo de execução de mídia - do sistema operacional e que pague uma pesada multa como parte da indenização aos concorrentes prejudicados pelas práticas monopolistas da empresa.
A empresa é acusada de ter abusado de seu poder sobre o mercado de sistemas operativos na Europa.
A comissão quer que os fabricantes de computadores, e não a Microsoft, escolham qual software instalar em seus produtos para aplicações de mídia.
O órgão executivo europeu informou ainda que a utilização do Windows Media Player saltou desde que a Microsoft passou a integrá-lo junto com uma versão melhorada do Windows em 1999, ajudando o software a crescer num ritmo muito mais acelerado do que o concorrente RealPlayer, da RealNetworks.
A Comissão, baseando-se em uma pesquisa que fez junto a empresas, afirmou que uma vez que o Windows Media Player está em todos os computadores, as empresas não vão gastar dinheiro adicional para oferecer programas de mídia concorrentes da Microsoft.
Defendendo o seu lado, a Microsoft disse que ela está incorreta estatisticamente. A empresa acrescentou ainda que as fabricantes de computadores poderiam gastar dinheiro extra para oferecer mais de um formato de programa de mídia a seus usuários.
Fonte: Reuters
O Linux costuma verificar se o sistema de arquivo do disco tem algum problema, cada vez que é iniciado. Para evitar esta verificação deve executar o seguinte comando: “rdev – R/zlmage 1”. Este comando avisa o kernel que os sistemas de arquivos não apresentam nenhum problema. Se estiver a usar o LILO, deve adicionar read-only à configuração do Linux no arquivo de configuração do LILO(normalmente em /etc/lilo.conf).
Atenção, nem sempre o sistema de ficheiros pode estar em boas condições, por isso fica ao seu critério arriscar...